Nerd na Arquitetura – Jogos

Olá meus nerdelicious!

Hoje como uma nerdizinha que sou decidir pesquisar e mostrar a vocês um pouco sobre jogos e a arquitetura que podemos ir desde do Pong, até os mais lindos e modernos gráficos.

Os cenários e a arquitetura nos jogos evoluíram e continuam evoluindo ano a ano. A criação de jogos sempre precisa de cenários, e estes cenários são desenvolvidos por artistas, designs e arquitetos que ajudam a maximizar o potencial dos jogos criando lugares mais parecidos e simulando a realidade.

No princípio, por limitação tecnológica, os cenários eram estritamente bidimensionais, nos planos XY (Metal Gear e Pokémon) e XZ (Sonic e Super Mario). Com a ascensão dos jogos e do mercado, foi possível levar os jogos dos fliperamas para as casas dos jogadores e isto resultou em um boom de jogos, os quais precisavam de cenários. Na época, a baixa resolução forçava a pixelização exagerada e poucos detalhes, tornando os cenários pouco interativos.

Com o requinte técnico e os passar dos anos, a interação com os cenários foi cada vez maior, em alguns casos memoráveis; como Mortal Kombat onde poderia destruir cenários para eliminar oponentes ou Legend of Zelda onde era possível entrar em casa das vilas, quebrar potes e pegar o dinheiro deles. Mas mesmo assim, a tecnologia não possibilitava um nível grande de detalhamento e cuidades principais para priorizar a arquitetura nos cenários.

Apenas a partir da década de 90, ou a quinta geração de jogos que os detalhes e as interações foram assuntos obrigatórios nos jogos. Cenários totalmente tridimensionais, que se misturavam em cidades e campos, comuns em RPGs como Final Fantasy; Nova Iorque inteira, conhecida como Liberty City no jogo Grand Theft Auto 4 (GTA 4) e até cenários que o jogador poderia propor sua cidade ideal em Sim City.

Quando a modelagem não era mais um problema, o outro ponto, a interativdade do cenário se tornou outra questão importante e necesária. O que fazer para se proximar da realidade? As respostas vieram de várias formas, em The Sims (uso de objetos do cotidiano), GTA (roubo e perseguições de carros) ou a destruição completa dos cenários nos games recentes da franquia Battlefield.